Quando pensava, era em forma de rimas, versos e metáforas. Quando rezava, preferia os mistérios dolorosos e maravilhava-se com a agonia do horto, o flagelo da cruz e a coroa de espinhos. Quando amava, tinha predileção pela nostalgia, pela desesperança, pela saudade e pelo abandono. Um dia a morte bateu à sua porta e êle a recebeu com desprezo. Amava a vida e era extremamente feliz.
3.12.2009
- Em Prosa e Verso -
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