
PLANURA
Como João,
Mune-te de formões e facas,
plainas e serras,
prumos e réguas,
máquinas se preciso...
E, neste Natal,
aplaina os caminhos que levam ao coração e à mente.
Rasga córregos nas colinas secas das culpas,
abre fontes nos vales do preconceito,
deixa minar a água pura sobre
as raivas e ressentimentos.
Rebaixa as montanhas escuras do orgulho
e endireita as passagens tortuosas das culpas.
Assim,
plano e pleno,
vale aterrado e veredas alinhadas,
verás o musgo brotar na pedra
e terás a Paz.
Como João,
Mune-te de formões e facas,
plainas e serras,
prumos e réguas,
máquinas se preciso...
E, neste Natal,
aplaina os caminhos que levam ao coração e à mente.
Rasga córregos nas colinas secas das culpas,
abre fontes nos vales do preconceito,
deixa minar a água pura sobre
as raivas e ressentimentos.
Rebaixa as montanhas escuras do orgulho
e endireita as passagens tortuosas das culpas.
Assim,
plano e pleno,
vale aterrado e veredas alinhadas,
verás o musgo brotar na pedra
e terás a Paz.
Feliz Natal!